Meu olhar para a saúde é integrado. Isso significa que eu não gosto de separar o corpo em pequenas partes e tratar cada queixa como se ela existisse sozinha.
O organismo está conectado. E a avaliação também precisa considerar essas conexões.
Um exemplo do dia a dia do consultório
Muitas mulheres chegam com várias questões ao mesmo tempo: metabolismo, peso, alterações hormonais, saúde cardiovascular, sono. Na rotina de quem vive isso, tudo se mistura. A pressão e a glicose podem andar junto com o peso; o sono pode mexer com o humor e com a disposição; os hormônios podem aparecer em mais de uma queixa.
Quando cada um desses pontos é olhado em uma consulta diferente, é fácil perder a ligação entre eles. Na minha consulta, o objetivo é justamente reunir esse quadro: olhar tudo junto para decidir, com clareza, o que vem primeiro.
Uma médica do corpo inteiro
Minha especialidade é Medicina de Família e Comunidade, que olha para a pessoa inteira, com a sua história, a sua rotina e o seu contexto. É esse olhar que levo para a saúde da mulher, com atenção especial aos hormônios, ao metabolismo e às transformações que acontecem ao longo da vida.


